O bioquímico Michel Bornens, Director de Investigação do CNRS e chefe da equipa “Biologia do ciclo celular e da mobilidade” do lnstituto Curie, demonstrou nos seus trabalhos científicos que cada célula possui no seu centro dois corpúsculos (organitos) chamados centríolos (sempre um par junto ao núcleo) cuja estrutura contém silício: é uma estrutura celular intracitoplásmica, rodeada por um certo número de proteínas, que desempenham um papel essencial na divisão celular.

«O Silício presente nas células do corpo tem propriedades físicas semelhantes ao quartzo, gerando uma frequência própria. As propriedades condutoras cristalinas do Silício permitem-lhe exercer uma ação sobre o par de centríolos. O centríolo tem uma frequência que podemos facilmente observar ao microscópio electrónico, sob a forma de um movimento pendular. Esta frequência é de um a dois minutos: ela é originada pelo sinal elétrico do Silício. A frequência do batimento do centríolo entra em ressonância com a do silício. Na presença do silício, a frequência ‘funciona’ adequadamente. Contudo, em caso de carência em Silício rompe-se o equilíbrio o que provoca disfuncionamento celular: aparecem então o stress, a doença, o ‘mal-estar’, a depressão nervosa, etc.».

Silício Orgânico Bioativado

Carência em Silício

As causas da carência em silício são múltiplas:
• Diminuição do teor nos tecidos com a idade;
• Empobrecimento dos aportes alimentares;
• Diminuição da assimilação.
As consequências da carência em silício são múltiplas, pois podem afetar todos os sistemas:
• Cardiovascular, Osteoarticular, Nervoso, Respiratório, Digestivo, Cutâneo.




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