De todo o plástico produzido, a produção de embalagens representa 45%, daí a importância de procurar embalagens em materiais alternativos ao plástico. Segundo o Wall Street Journal, num único ano (2010) os 12 principais fabricantes de plástico produziram cerca de 23 Toneladas de plástico sem qualquer gestão ambiental, das quais mais de 9 Toneladas acabaram diretamente no mar. E a cada ano a situação agrava-se, com a China em grande destaque, seguida de países asiáticos satélites.

Ilha de plástico

Todo o plástico até hoje produzido mantém-se em circulação e metade do qual serviu apenas para uma única utilização… em resultado, como noticiado pela CNN em 2018, existe uma autêntica ilha de plástico no oceano Pacífico 30 vezes maior do que Portugal. Serão necessários cerca de 400 anos para degradar esse plástico, que entretanto se vai reduzindo a partículas cada vez menores que são ingeridas por toda a vida marinha, contaminando-a e contaminando todos os ecossistemas que dela dependem (incluindo as populações humanas).

Impacto ambiental

Na imagem acima podemos ver o aumento previsível da produção do plástico e o seu impacto ambiental, verificando igualmente a sua parte crescente no consumo de combustíveis fósseis e nas emissões de CO2, bem como a suplantação do plástico à totalidade da vida marinha. Desde 2018 que na Europa são proibidos os plásticos de utilização única e a UE visa para 2030 100% utilização de embalagens recicláveis. As soluções podem ser corretivas (reduzir o consumo, reciclar, limpar o ambiente) ou preventivas (substituir o plástico por embalagens em materiais eficazes mas sem consequências ambientais negativas).

Norma EN13432 da União Europeia

De acordo com a norma EN13432, um material pode ser qualificado como “compostável” se tiver as seguintes características:

  • ser capaz de atingir 90% de biodegradação em menos de 6 meses se submetido a um ambiente rico em dióxido de carbono; esses valores são testados com o método padrão EN14046 (também chamado de ISO14855);
  • quando colocado em contacto com resíduos orgânicos durante 3 meses, a massa do material deve ser constituída por, no mínimo, 90% de resíduos com menos de 2 mm de diâmetro; esses valores são testados com o método padrão EN14045;
  • o material não deve ter efeitos negativos no processo de compostagem;
  • deve ter uma baixa concentração de metais pesados;
  • e valores de pH dentro dos limites estabelecidos.

Embalagem vegetal 100% reciclável

Do Laboratório Bio-Life conhecíamos já a sua opção pelas embalagens em cartão devido à descoberta do risco de migrações moleculares das embalagens de plástico, que podem comprometer a qualidade dos ativos nutricionais. Uma vez mais na vanguarda das melhores soluções nutricionais e ambientais, a Bio-Life optou agora por uma embalagem vegetal sem desperdício e 100% reciclável, inclusive na sua tinta e etiqueta.

Todos os contributos que visam minimizar ou acabar com esta forma de poluição de consequências muito para além do que é hoje conhecido são importantes. Igualmente importante é promover e proporcionar verdadeiras alternativas ao plástico/petróleo com um contributo positivo à sustentabilidade ambiental.

Agradecemos o contributo do Laboratório Bio-Life para a elaboração deste artigo.




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