
Dizem que o Cavalo de Fogo é um ano propício para lideranças fortes, ações corajosas, mudanças dinâmicas, investimentos ousados. Um ano que premeia a coragem e as decisões audazes, desde que orientadas para o bem, para a ética e compaixão, e temperadas pela contenção e tranquilidade.
Por isso, gostaríamos de assistir ao levantamento de vozes criativas e carismáticas, a ações decisivas para a paz e a proteção do mundo, capazes de suplantar o grasnar dos gansos caquéticos que arrastam povos e nações para conflitos tão horrendos quanto desnecessários.
Gostaríamos de ouvir retumbar o clamor valoroso dos que ousam calibrar a retórica do conflito para a urgência da união em torno da já quase tardia necessidade de agirmos em prol das gerações futuras.
Também entre nós, gostaríamos de ouvir vozes corajosas a rasgar as mentes esclerosadas excessivamente submissas à indústria multinacional da saúde, que vive sobretudo do prolongar da doença. Gostaríamos de ver ações esclarecidas e de bom senso, a criar espaços consensuais para a utilização de soluções naturais de saúde, tantas vezes suficientes para as maleitas do dia-a-dia e sempre úteis para acompanhar tratamentos pesados, por vezes necessários ou mesmo indispensáveis, promovendo o bem-estar.


